Documentação textual

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Documentação textual

A documentação textual é composta especialmente por manuscritos e impressos gráficos, produzidos especialmente a partir de 1814, quando a Irmandade da Santa Casa foi criada. Um dossiê do final do século XVIII sobre a área onde a Instituição foi construída é o marco inicial dos documentos escritos. Trata-se de fontes em suporte papel, que podem estar no formato encadernado ou avulso.

Algumas coleções em códices (manuscritos encadernados) destacam-se: a dos óbitos de escravos (1850-1884) e a dos de pessoas livres (1850-1988).

Também relevantes são os códices de Matrícula Geral de Enfermos (1843-1929) e de Porta (1899 até a década de 1980). Ambos informam sobre os pacientes em tratamento na Instituição. As atas da Mesa Administrativa da Irmandade (desde 1814) e os relatórios da Provedoria (a partir de 1855), também em códices, referem-se à trajetória administrativa da Santa Casa e ao desempenho das diferentes áreas da Instituição. Não menos importantes são os livros de registros das enfermarias de homens, de mulheres e de crianças para diversas especialidades.

Nesse mesmo gênero documental encontram-se as taxações de jornais – recortes de matérias referentes à Santa Casa – editados nos séculos XX e XXI −, especialmente do Correio do Povo, do Diário de Notícias, da Folha da Tarde e da Zero Hora, nos suportes papel e digital. Ainda nos periódicos estão as revistas e os informativos. Em sua maior parte são edições produzidas pela Santa Casa. Alguns títulos disponíveis: Revista Santa Casa Notícias, Revista Médica Santa Casa, Informativo Irmandade em Foco, Informativo Notícias da Casa, Mural Institucional, além de releases e textos eletrônicos veiculados periodicamente no site da Santa Casa e na Intranet, produzidos pela Unidade de Comunicação e Imprensa.

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