[PATRIMÔNIO CULTURAL 17 A 21/8] DIA ESTADUAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL

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[PATRIMÔNIO CULTURAL 17 A 21/8] DIA ESTADUAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL

Dia Estadual do Patrimônio Cultural | CHC Santa Casa: 17 a 21 de agosto

Desde que o Governo do Estado decretou o dia 17 de agosto como o Dia Estadual do Patrimônio Cultural, instituições culturais de diversos municípios promovem atividades de todos os tipos para comemorar essa data. O tema escolhido para o ano de 2020 foi “Narrativas abrangentes: memórias e identidades”, visando contemplar as diversas perspectivas e nuances da cultura gaúcha, tais como: as formas de expressão, os modos de criar, viver e fazer, as criações artísticas e científicas, os saberes tradicionais, os esportes, as manifestações lúdicas, as celebrações e os lugares. Esse ano, por razões de segurança, a comemoração será realizada em ambientes 100% virtuais, estudando história e fazendo história.

O CHC Santa Casa, que já está presente online por meio do #CHConecta, integra a programação com uma semana de atividades, transmitidas através do nosso canal do YouTube e nossas redes sociais. Acreditamos que estamos vivendo um momento histórico impossível de desconsiderar, e assim nossas palestras e ações vão iluminar o passado, para que possamos compreender o nosso presente de forma construtiva. Confira:

Live “Patrimônio Humano em Tempos de Pandemia” , com Zita Possamai e Jorge Furtado
Dia 17 de agosto (segunda-feira)
Horário: das 19h às 20h
Canal do CHC no You Tube

Na atualidade, devido ao cenário mundial, o maior patrimônio é o humano. Sua abordagem enquanto fator de consciência coletiva para sua preservação norteará o diálogo no Dia do Patrimônio. 

Conheça os participantes:

ZitaPossamai

Historiadora, com pós-doutorado na Universidade Paris-Sorbonne. É professora no Curso de Museologia e no Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nas linhas de pesquisa: História, Memória e Educação. Atua nas áreas de memória, história, cidade, patrimônio, museu, educação em museus, história da educação nos museus, história dos museus, cultura visual e fotografia. É autora e organizadora de artigos e livros sobre história de Porto Alegre, memória, patrimônio, história da educação, história dos museus e educação em museus.  

Jorge Furtado 

Cineasta, diretor e roteirista de vários curtas-metragens premiadas no Brasil e no exterior, como Ilha das Flores (1989). Com extenso trabalho na televisão e no cinema, é um dos mais importantes roteiristas e diretores do país. É um dos fundadores da “Casa de Cinema de Porto Alegre”. Já adaptou clássicos da literatura brasileira, como “O Alienista”, “O Coronel e o  Lobisomen”, “Lisbela  e o Prisioneiro”, e “Memórias de um Sargento de Milícias”. É um dos criadores da premiada série “Sob Pressão”, drama médico exibido pela Rede Globo.   

Apresentação: Historiadora Véra Lucia Barroso 


Live “A quem interessa a História hoje?”, com Luiz Alberto Grijó e Ricardo Chaves  
Dia 18 de agosto (terça-feira)
Horário: das 19h às 20h
Canal do CHC no You Tube

No Dia do Historiador, especialmente na conjuntura do tempo presente, a indagação é: “a quem interessa a História hoje?”.  O bate-papo com os convidados versará sobre suas experiências, diálogos e cruzamentos entre profissionais da História e da comunicação com a sociedade.

Conheça os participantes:

Luiz Alberto Grijó 

Historiador, Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense. Desde 1993, é professor de História da UFRGS, atuando em cursos de graduação e pós-graduação. Pesquisa temas relativos às relações entre história, mídia e poder no Brasil. É autor, entre outros títulos, de “A dança das bolinhas: notas sobre o Brasil interrompido”, publicado em 2020. É docente convidado do Doutorado em História da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Nacional de Cuyo, Argentina.  Foi eleito presidente da Associação Nacional de História – Seção Rio Grande do Sul (2020-2022).

Ricardo Chaves  

Conhecido como Kadão, é fotógrafo e o editor titular do Almanaque Gaúcho, coluna diária, dedicada à memória no Jornal Zero Hora. Já atuou nas revistas Veja, Isto É, e na Agência Estado. Cobriu diversos momentos históricos, como as Copas do Mundo de 82 e 86, a primeira visita do Papa João Paulo II à Polônia, a visita do Papa ao Brasil, a viagem do Presidente Figueiredo à França e Portugal, a visita que o Presidente Sarney fez à China, a promulgação da nova Constituição, a campanha presidencial e posse de Collor. Já participou de mostras de fotografia no Brasil e no Exterior e fez exposições individuais.

Apresentação: Historiadora Véra Lucia Barroso 


Lançamento vídeo “Patrimônios da Santa Casa” 
Dia 19 de agosto (quarta-feira)
Canal do CHC no You Tube

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre é o Complexo Hospitalar mais antigo do Rio Grande do Sul. Seus pacientes são o foco principal da sua existência. Curados da Covid-19, da Gripe Espanhola e do cóleramorbus,  agraciados com um transplante de órgãos, sobreviventes de um parto prematuro ou de tantas outras enfermidades, são eles que levam a Santa Casa em busca do conhecimento e da evolução da ciência para o bem-estar do seu maior patrimônio: as pessoas. 


Lançamento Podcast “Porto Alegre em 1850: a Febre Amarela transforma a cidade” 
Dia 20 de agosto (quinta-feira)
Horário: 14h
Podcast CHC Santa Casa no Spotify

Em 1850, para preservar a vida como patrimônio da Vila de Porto Alegre, os cemitérios do povoado ganharam novo espaço nos altos da Azenha. A Febre Amarela chegou, redesenhando um novo bairro, cuja identidade cenariza a vida a partir da memória dos que viveram ou se relacionaram com os espaços da cidade.


Live “O impacto das pandemias de Cólera nos padrões de higiene do século XIX” , com Nikelen Witter e mediação de Éverton Reis Quevedo 
Dia 21 de agosto (sexta-feira)
Horário: das 19h às 20h
Canal do CHC no You Tube

O mundo é diferente depois de uma pandemia? Depende da pandemia para a qual estamos olhando. Se estivermos nos referindo às ondas epidêmicas da cólera ao longo do século XIX, a resposta é um veemente sim. Normalmente, creditamos as maiores mudanças ao movimento higienista da segunda metade do século XIX. Porém deixamos de analisar o impacto da morbidade, da letalidade e das descobertas da ciência em torno do cólera como o estopim para os conceitos de limpeza e salubridade adotados no século XX.

Conheça os participantes:

Nikelen Witter

Graduada em História pela UFSM. Possui Mestrado em História do Brasil pela PUCRS e é Doutora em História Social pela UFF-RJ. Suas pesquisas de mestrado e doutorado centraram-se em História da Saúde e das Práticas de Cura. É autora do livro Dizem que foi feitiço: as práticas de Cura no Sul do Brasil (1845-1880) e sua tese de doutorado Males e epidemias: governantes sofredores e curadores no sul do Brasil, tratou sobre a pandemia da cólera de 1855. Atualmente, é professora do Departamento de História da UFSM e dedica-se a investigações de questões que envolvam Gênero e a História das Mulheres na época Contemporânea. É também escritora com vários livros publicados na área de ficção.

Éverton Reis Quevedo (mediação) 

Licenciado em História pela UFSM, mestre em História pela PUCRS e doutor em  História pela UNISINOS. Atualmente coordena a Casa da Memória Unimed Federação/RS e é professor do Centro Universitário CESUCA.

 

 



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